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Entrevistas

Lançamento do DVD de Ebinho Cardoso

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Quer ler uma outra boa entrevista da nova edição da Cover Baixo? Veja o vídeo abaixo, que dá uma idéia do que você vai encontrar nas páginas da revista e no mais recente DVD do Ebinho Cardoso:

Um DVD, inclusive, que está à venda na nossa loja, clique aqui para acessar.

Abaixo, um trecho da entrevista que o editor Ricardo Franzin fez com o Ebinho, abordando este e outros assuntos...

As Técnicas Inovadoras de uma Grande Revelação do Baixo

Por Ricardo Franzin

São poucos os músicos que podem se orgulhar de fazer algo realmente diferente. Ebinho Cardoso é um deles. Graças a sua forma inusitada – e inovadora – de tratar o contrabaixo, ele tem construído uma carreira sólida como músico profissional e já começa a ter seu nome reconhecido nacionalmente.

Militante principalmente do jazz e da MPB, Ebinho utiliza o baixo não apenas como mera base de acompanhamento, mas também explora suas possibilidades como instrumento solo e de harmonia. É o que se pode constatar nos dois CDs que já gravou, Verticais e No Rastro dos Ruídos Remotos das Rodas da Infância, e também em sua recém-lançada vídeo-aula, Técnicas Alternativas para Baixo Elétrico, na qual o músico de Cuiabá detalha minuciosamente sua abordagem inovadora do baixo.

A Cover Baixo conversou com ele para saber um pouco mais a respeito de sua ainda breve, mas já bem-sucedida trajetória artística.

Como rolou a ideia de fazer este DVD com a sua vídeo-aula?

Eu já havia lançado em 2006 o livro Harmonia e Dicionário de Acordes para Baixo Elétrico, no qual falo sobre o processo de formação de acordes no instrumento e mostro um vasto dicionário sobre eles. Esse material abriu porta para outras pesquisas, que me ajudaram a elaborar o conteúdo do DVD. Aí, pintou o convite do David Miranda e do mestre Celso Pixinga (diretores do DVD) e, a partir daí, tive um mês para finalizar o material e preparar as bases para a gravação.

Por que o nome Técnicas Alternativas para Baixo Elétrico?

Isso tem a ver com o meu jeito de tocar. Quando estou tocando meu trabalho, assumo uma outra postura de mão direita e parto em busca de uma execução que me propicie sonoridades diferentes. Técnicas Alternativas para Baixo Elétrico propõe novos rumos, mostrando formas de se extrair variadas sonoridades, explorando mecanismos raramente usados por baixistas, como a missão de unir funções diferentes como linha do baixo, harmonia e melodia, por isso o nome. É minha busca por outras funções, sonoridades e concepções para o uso do contrabaixo.

Quais são as suas maiores influências?

Pela emoção e sensibilidade demostrada durante toda minha vida, Sônia Cardoso – minha mãe – e, por proporcionar-me o entendimento do que é música e a função dela na minha vida, Toninho Horta e Ian Guest.

Qual é, para você, o papel que o baixo tem na música atual?

O papel que sempre teve. A diferença é que muitos anos escondidos na cozinha fizeram com que as últimas gerações tomassem atitudes muito boas, como a de estudar harmonia, improvisação, arranjo. O reflexo disso é que, na grande maioria das gigs que conheço, o diretor musical é quase sempre baixista. Isso faz com que o baixista asuma uma postura um pouco mais presente nos trabalhos.

 

Outra Boa Entrevista da Cover Baixo #82

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Nosso film maker, Ronaldo D’Arcadia, conversou com o baixista da banda da Pitty, Joe, a respeito de seus instrumentos, tanto aqueles  usados em estúdio quanto os que caem na estrada com ele. Veja abaixo um trecho do vídeo incluído na edição digital da revista (disponível para todos os nossos assinantes)...

... e uma amostra do papo que tivemos com ele:

Quais são os baixos que você  usa nos shows e em estúdio? Quais foram os motivos que o levaram a fazer tais escolhas? Quais os tipos de madeiras usadas e os captadores?

Eu uso dois (Fender) Precision 78. Um é este aqui, preto (aponta um baixo de madeira escura pendurado na parede do estúdio), e o outro é um Antigua Boost, 78 também, que está sempre indo e voltando. Na verdade, depende do set up que eu estou usando, do amplificador que eu estou usando... Quando eu usava um outro modelo de amplificador, usava o outro baixo, que era mais grave, o Antigua, mas aí voltei a usar este aqui agora (novamente aponta o baixo de madeira escura), porque o setup mudou também. Este aqui é um Marcus Miller, um Jazz Bass que eu deixo mais aqui no estúdio para gravar.

Você  fez alguma mudança nos captadores? Por que você optou por essas configurações nos instrumentos?

Não... O captador que eu uso nele é o original, no outro também. Na verdade, eu sou um pouco chato pra isso. Eu gosto de baixo de quatro cordas, gosto de Precision porque ele tem um som de baixo incrível, não tenho muita coisa assim pra falar sobre set up.

Você  acha que o tipo de madeira chega a exercer influência sobre o timbre final para se fazer um som pesado ou isso depende mais da captação e dos amplificadores utilizados?

Não, não tenho problema nenhum com estas partes mais técnicas de instrumentos, não. O negócio é tocar, pegar e tocar! Se você perceber depois, eu uso quase tudo em flat, dou uma mexida aqui e ali, mas deixo o mais simples possível. Olha que legal: dois potenciômetros. Não tem nada melhor que isso. E deixo tudo original, apesar de algumas coisas estarem um pouco enferrujadas. Mas não é porque eu gosto, é porque não tem jeito mesmo.

 

Mark Ergan

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Mark EganCom décadas de carreira nas costas, MARK EGAN conta como se tornou um dos maiores instrumentistas de todos os tempos.

Mark Egan pode ser considerado um dos mestres do contrabaixo. Embora tenha ficado famoso principalmente por seu trabalho com Pat Metheny no final dos anos 70 e início da década de 80, ele tocou também com diversos outros artistas pra lá de renomados - Sting, John McLaughlin, David Sanborn e muitos outros -, além de possuir um trabalho solo de imenso valor musical, ainda que um tanto complicado para quem não milita no meio jazzista. Para completar, Egan é também um dos mais festejados baixistas fretless do mundo, sendo considerado por muita gente o maior expoente deste instrumento em todos os tempos.

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Mark King

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Mark KingÀ frente do Level 42, MARK KING revolucionou o baixo, sem que isso acarretasse em relegar sua banda à obscuridade.

Não é porque é pop que deve ser ruim. É triste constatar que, de uns anos para cá, essa máxima venha perdendo
sua validade, tendo sido substituída por outra, menos alvissareira: quanto mais popular é um artista, mais rasteira é a música que ele faz.

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PJ

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PJPJ está direto na estrada, pois o Jota Quest lançou recentemente mais um disco, La Plata. Aqui, você lê o papo informal e divertido que tivemos com ele, em cima do palco, durante a passagem de som de um de seus inúmeros shows.

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