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SWR Marcus Miller II

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SWR Marcus Miller IIJOTA JOTA testou o amplificador desenvolvido pelo genial baixista que é novo objeto de desejo no Brasil


Características:

  • duas entradas selecionáveis para troca rápida de instrumento;
  • EQ semiparamétrico, com ganho valvulado e varredura de médios;
  • opção de bypass do EQ;
  • circuito Aural Enhancer;
  • direto out com qualidade de estúdio;
  • cave mute;
  • circuito intensificador de graves;
  • compressor com EQ pré ou pós;
  • função boost com controle de volume e mixagem de compressor.

 

Instrumentos utilizados no teste:

  • Podium Bass Ledur de cinco cordas ativo/passivo, Mirage II DeOliveira de seis cordas ativo/passivo e Fender Precision

No mercado desde meados de 1984, a SWR é uma das principais empresas fabricantes de amplificadores do mundo, se destacando não apenas pelos amplificadores que constrói, mas também pela qualidade de resposta de suas caixas acústicas, resultado de muita pesquisa dos engenheiros da empresa. Algumas das características dos equipamentos da marca são idolatradas por baixistas do mundo todo, como o sistema de EQ semiparamétrico e o circuito Aural Enhancer, que é um realçador de freqüências graves, fundamentais no contrabaixo.

Em comemoração aos 25 anos da marca, a SWR se uniu ao grande Marcus Miller e produziu aquela que, em minha opinião, uma ferramenta sem igual para os baixistas. O pré-amplificador valvulado é alimentado por dois tubos 12AX7 dual triode, tem EQ semiparamétrico com ganho valvulado e varredura de médios. O circuito Aural Enhacer – uma característica da marca - foi modificado pelo próprio Miller para dar uma maior gama de opções ao usuário. Como todo bom pré-amp que se preze, ele tem a opção de ter o seu compressor pré ou pós à EQ e uma função boost com controle de volume e mixagem de compressor. O loop de efeitos e a compressão de side chain têm controles de mixagem, saída de linha selecionável entre “Tube DI”, “Compressor Pré” ou “Pós” e ainda um pedal footswitch com quatro controles: intensificador de graves, bypass de EQ, loop de efeitos e boost.

Leia mais na edição #78 da Cover Baixo