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Entrevistas

Matéria da Nova Edição da Batera & Percussão #142

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Veja e leia na mais recente edição da Batera uma matéria que nosso editor-técinico, Wilson Dias, fez a respeito da Orquestra de Baterias Jorge Casagrande. Aqui você vê um pequeno trecho do vídeo presente na edição digital da revista (disponível para todos os assinantes)...

... e um trecho da matéria:

Quarta-feira, 2 de setembro. A Orquestra de Bateristas Jorge Casagrande se apresentou na Escola Municipal Rosália Trota, no bairro de Campo Grande zona oeste Rio de Janeiro. A apresentação contou com cerca de 300 pessoas, divididas entre crianças e adolescentes que ficaram entusiasmadas com uma sonoridade tipicamente  brasileira que teve  a duração de aproximadamente uma hora.

Uma das partes altas do show foi, ao final, com improvisos de todos os músicos participantes. O próprio Jorge Casagrande explica o projeto:

Como surgiu a idéia dessa orquestra?

A Orquestra de Bateristas surgiu em janeiro de 2003. Era formada por alguns alunos de bateria da Escola. Inicialmente o projeto da Orquestra começou com uns 30 alunos, depois de uma triagem ficamos com 18, entre alunos e professores, não os melhores, mas os mais dedicados.

Como é ensaiar com esse time todo? Não é difícil organizar tudo? Escolher repertório?

No início, os ensaios da Orquestra geravam certa confusão, pois não havia uma definição a respeito do som que eles estavam tocando... Na busca por uma identidade, a Orquestra ficou na dúvida do que realmente ela era. Com a evolução dos ensaios, começamos a nos apresentar em espaços públicos, mas o público, o espectador, ficava um pouco entediado. Aí, eu, na tentativa de animar a platéia criei um repertório somente com temas brasileiros: axé, samba, maracatu, xote e outros ‘brasucas’. Isso deu um “up” nas apresentações.

 

A Nova Edição da Batera

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No exato momento em que você lê estas linhas, a nova edição da Batera está chegando às  bancas. Veja a capa abaixo:

capa_da_batera_142

No decorrer dos próximos dias, vou colocar trechos de algumas das matérias que você vai encontrar nessa edição. O assunto principal é a sensacional entrevista que Aquiles Priester nos concedeu, falando tudo a respeito do novo disco do Hangar e mostrando em detalhes toda a sua concepção criativa em termos de bateria.

Veja uma pequena amostra do que você vai encontrar na matéria e um trecho do mais recente clipe do Hangar...

... e leia o trecho inicial do papo que tive com ele:

A primeira coisa que me veio à cabeça quando terminei de ouvir o disco foi que, como um todo, o álbum apresenta um maior grau de maturidade em relação a The Reason of Your Conviction, principalmente pela série de temas em que você optou por colocar canções que apresentam grooves mais diretos, como “Handwritten”, “Based on a True History” e “Time to Forget”. Em que momento do processo de confecção do disco você optou por não elaborar demais nestas faixas em termos rítmicos? Quando surgiu a disposição de incluir composições com levadas mais retas ou criar um bloco no meio do disco que tivesse esta diferença em relação ao restante?

Na verdade, tivemos que fazer este disco em um curto período de tempo, já que nossa gravadora no exterior pediu que entregássemos tudo até o final de junho passado. Então, a gente automaticamente parou tudo o que estávamos fazendo em janeiro para nos concentrarmos nisso...

Vocês tinham cinco meses para entregar um trabalho pronto: gravado, mixado e masterizado?

Exatamente. Nesse meio tempo, a gente perdeu o vocalista (Nando Fernandes). Decidimos então ir para um sítio em Tatuí (SP), sem qualquer idéia de composição, sem nada, a não ser um gravador portátil, que sempre levo comigo, em que registro algumas idéias de melodias ou riffs.

Inclusive riffs de guitarra?

Geralmente, são riffs de guitarras. Dificilmente eu tenho uma idéia com levada de bateria, porque mesmo se eu a esboçasse em minha cabeça, na hora de solfejar não daria para entender nada. Particularmente, eu e o Martinez (Eduardo Martinez, guitarrista da banda) trabalhamos muito bem juntos, porque quando eu tenho uma idéia para um riff, ele já tem uma seqüência disso e vice-versa. Isso pode ser facilmente perceptível nas músicas mais rápidas e pesadas.

Você  solfeja e ele dá forma a isso...

Exatamente! Eu nunca pego a guitarra e toco ou digo “toca aí”. Dou a idéia e, às vezes, ele interpreta de outra forma, que muitas vezes fica mais legal do que a minha idéia inicial. De repente, isso vira outra parte na música.

Quais são as canções deste disco novo que surgiram desta forma?

“The Infallible Emperor”, “A Miracle in My Life”, “The Garden”, “Handwritten” e “Some Light to Find My Way”, ou seja, as músicas mais speed. As outras, mais mid tempo, e as baladas não existiam na época e surgiram depois. A gente não pensou “Vamos fazer um disco que tenha músicas um pouco mais acessíveis” ou “vamos simplificar mais as coisas”.

Pois é... Quer saber mais? Então adquira já o seu exemplar!

 

Paulinho Fonseca

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Paulinho FonsecaEm papo descontraído com Regis Tadeu, o batera do Jota Quest revela detalhes de seu setup.

Para começarmos a falar de seu setup, este bumbo Gretsch de 22”x 22” é um verdadeiro canhão...

Eu iria usar um de 24”, mas, na época, a Gretsch estava sem tal configuração. Esta é uma USA Maple, feita dentro da fábrica original da marca lá nos Estados Unidos, e só disponível com esta dimensão de bumbo. Pensei “22’x 22’... Será um 24’ mais raso” (risos). Este bumbo é maravilhoso, meu técnico de PA o adora...

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Billy Cobham

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Billy CobhamEm sua mais recente vinda ao Brasil, este panamenho radicado na Suíça propiciou ao público brasileiro a assistir a dois de seus workshops: o primeiro em São Paulo, organizado por Maurício Odery (Odery Drums), e o segundo em Porto Alegre, organizado por Rafael Dias (Bateras Beat POA/Batera Store) e Rodrigo Castilho (Urban Boards), este último com direito a um show espetacular com sua banda.

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Paulo Thomaz

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bt139_barangaUm dos lendários nomes da cena heavy metal brasileira, o batera do Baranga mostra em detalhes a Regis Tadeu seu simples, eficiente e pesadíssimo kit.

Qual a configuração de seu set up?

Uso uma Pearl Export ‘95, com bumbo 24”, surdos de16” e 18”, e tom de 14”. Meus pratos são Octagon modelo Groove, com chimbal Power Premium de 15”, um crash Power de 18” e dois de 19” – um Full e outro Power -, um ride Power Dark de 23” e um China Signature de 18”. A caixa, de metal, é uma Ludwig ‘78 Suprasonic de 6,5”x14”. Além disso, uso um cowbell Latin Percussion Rock Bridge, ferragens Pearl e Wolf Drums, um pedal duplo DW 7000 e baquetas Alba 5B. Foi o mesmo kit que usei nas gravações dos discos do Baranga.

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