Veja e leia na mais recente edição da Batera uma matéria que nosso editor-técinico, Wilson Dias, fez a respeito da Orquestra de Baterias Jorge Casagrande. Aqui você vê um pequeno trecho do vídeo presente na edição digital da revista (disponível para todos os assinantes)...
... e um trecho da matéria:
Quarta-feira, 2 de setembro. A Orquestra de Bateristas Jorge Casagrande se apresentou na Escola Municipal Rosália Trota, no bairro de Campo Grande zona oeste Rio de Janeiro. A apresentação contou com cerca de 300 pessoas, divididas entre crianças e adolescentes que ficaram entusiasmadas com uma sonoridade tipicamente brasileira que teve a duração de aproximadamente uma hora.
Uma das partes altas do show foi, ao final, com improvisos de todos os músicos participantes. O próprio Jorge Casagrande explica o projeto:
Como surgiu a idéia dessa orquestra?
A Orquestra de Bateristas surgiu em janeiro de 2003. Era formada por alguns alunos de bateria da Escola. Inicialmente o projeto da Orquestra começou com uns 30 alunos, depois de uma triagem ficamos com 18, entre alunos e professores, não os melhores, mas os mais dedicados.
Como é ensaiar com esse time todo? Não é difícil organizar tudo? Escolher repertório?
No início, os ensaios da Orquestra geravam certa confusão, pois não havia uma definição a respeito do som que eles estavam tocando... Na busca por uma identidade, a Orquestra ficou na dúvida do que realmente ela era. Com a evolução dos ensaios, começamos a nos apresentar em espaços públicos, mas o público, o espectador, ficava um pouco entediado. Aí, eu, na tentativa de animar a platéia criei um repertório somente com temas brasileiros: axé, samba, maracatu, xote e outros ‘brasucas’. Isso deu um “up” nas apresentações.










Em papo descontraído com Regis Tadeu, o batera do Jota Quest revela detalhes de seu setup.
Em sua mais recente vinda ao Brasil, este panamenho radicado na Suíça propiciou ao público brasileiro a assistir a dois de seus workshops: o primeiro em São Paulo, organizado por Maurício Odery (Odery Drums), e o segundo em Porto Alegre, organizado por Rafael Dias (Bateras Beat POA/Batera Store) e Rodrigo Castilho (Urban Boards), este último com direito a um show espetacular com sua banda.
Um dos lendários nomes da cena heavy metal brasileira, o batera do Baranga mostra em detalhes a Regis Tadeu seu simples, eficiente e pesadíssimo kit.