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Malagoli Custom Shop Telecaster Vintage Plus

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MalagoliCaptadores feitos sob encomenda são inspirados no clássico modelo da Fender

Projetada no início dos anos 50 pelo genial Leo Fender, a Telecaster foi o pontapé inicial da história da guitarra elétrica. Simples, singela e versátil, é um modelo com ergonomia clássica que emana timbres que se tornaram referenciais obrigatórios para diversos estilos e gostos musicais. Boa parte do som característico da Telecaster é proveniente dos seus captadores. Além da magia do seu design inconfundível, as sonoridades agudas e cortantes da “Tele” também são marcas registradas.

Nesta edição, testamos dois modelos de pickups produzidos pelo setor custom shop da Malagoli Eletrônica, que fabrica a linha Sound de captadores e transdutores magnéticos. Os modelos analisados são os Vintage Plus, destinados para ponte e braço.

Parte técnica

Os carretéis são feitos de fibra vulcanizada e importados. São materiais similares aos utilizados por marcas como Fender, Seymour Duncan, Lollar e Lindy Fralin. O visual é bem legal e as bobinas consistem em enrolamentos de fios de cobre esmaltados com sistema manual de bobinamento em velocidade moderada. Os imãs de alnico são importados e manipulados pela Malagoli durante o processo de produção. A carga dos imãs é executada na própria empresa.

Malagoli

A embalagem é uma caixa de acrílico transparente que acomoda o manual de instalação, cartão de garantia, parafusos de fixação, molas e espuma.

Pelo fato de serem captadores de produção artesanal, são fabricados mediante encomenda, ou seja, a empresa não mantém um estoque de peças. Mas o prazo de entrega é relâmpago, em torno de três dias. Bisbilhotamos a construção interna e estava tudo primoroso.

Leia mais na edição 175 da Cover Guitarra

 

Onerr Cryin', Fat Boy & Fat Boy II

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OnerrTrês novos modelos de wah wah estão disponíveis no mercado. Nosso especialista ARTHUR GOUVEIA traz suas impressões.

Construídos em carcaça de metal, os pedais são fortes e robustos. Todos contam com chaveamento true bypass e fonte para alimentação 9v, assim como um compartimento para bateria, situado na parte traseira, de fácil acesso por meio de uma tampa de plástico. Dois grandes pés de borracha dão muita firmeza aos pedais, garantindo que os mesmos não escorreguem em superfícies lisas. Todos os modelos vieram em uma embalagem de papelão, junto com o manual do usuário, um adesivo e uma sacola de pano estilizada, com o logotipo da marca.

Cryin’

Este é o mais simples dos três modelos. Possui uma característica mais tradicional e é aquele que soa mais agudo e “ardido”. Percebe-se claramente que ele tem o Cry Baby como referência sonora. Com a base voltada para cima - fazendo o efeito soar mais grave -, o Cryin’ se portou bem. Seu grave não é muito encorpado, já que prioriza uma sonoridade mais voltada ao médio-grave. Com isso, o pedal se mantém muito fiel, com uma sonoridade bastante definida. Trabalhando na região mais aguda, percebe-se o quanto este pedal é “nervoso”, pois seus agudos fortes, somados com a saturação, soam bem ardidos.

Fat Boy

Tem o mesmo visual do Cryin’, mas possui alguns avanços tecnológicos, como uma chave para selecionar o estilo de wah que o músico deseja. Dividida em high, mid e low, ela fica situada na parte traseira do pedal, ao lado do compartimento da bateria. Sua posição pode ser um problema para alguns músicos, pois fica impossível fazer uma rápida alteração na chave se o pedal estiver preso a um pedal board.

Leia mais na edição #173 da Cover Guitarra