BIG GILSON lança seu 13º disco, Sentenced to Living, e esbanja inspiração por meio de sua conhecida receita blues rock
Já faz tempo que o samba e a bossa nova deixaram de ser os únicos tipos de música brasileira exportadas para o resto do mundo. A dita “globalização” - que hoje soa como um vocábulo paleozóico aos ouvidos da garotada – e tudo mais relacionado a ela tem permitido cada vez mais aos ‘brazucas’ tornarem seus trabalhos conhecidos no além-mar, independentemente de rótulos, sotaques ou da sigla MPB. Para alguns, aliás, tocar no exterior tornou-se uma necessidade vital para a continuidade de suas carreiras.
O bluesman Big Gilson que o diga, pois os frutos de suas empreitadas musicais recentes têm sido colhidos mais lá fora do que em terras tupiniquins. Na estrada desde 1992, quando despontou com a banda Big Allanbik, ele realizou feitos louváveis para um brasileiro que vive do blues: tocou em grandes festivais internacionais do gênero, lançou álbuns pelo selo americano TopCat e assinou um contrato de parceria com a empresa inglesa de amplificadores Marshall.
Sentenced to Living, seu 13º álbum, acaba de sair no mercado. Na entrevista a seguir, Gilson comenta sobre esse trabalho, revela detalhes sobre seus equipamentos e fala dos desafios de ser um bluesman no Brasil.
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